1 de maio de 2010

O Amor tem dessas...

O peso das escolhas nos faz dizer adeus.

Cada peso e cada medida tem uma finalidade e portanto, uma conseqüência. A resposta que obtive hoje, depois de muita luta contra as belíssimas emoções que as lembranças me faziam reviver, é de que ao escolher me apaixonar pelo que a mim não pertence, escolhi instantaneamente dizer adeus.

Difícil, não é?

Dizer Adeus...

Adeus.

A D E U S.

Adeus? Adeus? Sim, Adeus.

Adeus para o que viria daqui para frente, não pelo que foi experimentado, pois este esta intrínseco ao tempo, colado na página que virou, mas, como em um livro de estimação, retorna-se sempre que desejar a ela... Para salivar, ser absorvido em cheiro, em sensações, em prazer, em toque, em olhar, em palavras não ditas, mas, completamente recebidas, absorvido novamente por toda aquela paixão, tudo aquilo, tudo que jamais poderá ser traduzido.

É, realmente é duro dizer adeus, pois queremos sempre mais, assim como um delicioso chocolate, porém, não é igualmente belo, poder guardar tal fração de tempo?

Me sinto arremessada num verdadeira teia de contradições.

Está decidido.


Goodbye My Love...


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